CIdade das tintas
Quem passa, mal repara. Só olha, não vê. O ocre do asfalto, o bege do céu, o verde disperso, a luz do sinal. É tudo rápido, passageiro. Pessoas que se esbarram e não se olham. Se cruzam, mas não se encostam. Se levam muito a sério.
A diversidade das cores se mostra nas peles. No calor que sobe das pedras do seu chão e torna o ar avermelhado. Avenidas azuladas pelos vidros de prédios modernos cujo frio deixa a cidade cinza.
Mas andando mais um pouco, há um buraco. Um pedaço. Uma explosão de amarelos, vermelhos e laranjas. E embora o colorido seja formado por vários pedaços monocromáticos, há um lugar onde a arte domina, a música encanta e as cores se juntam. A cada sopro do vento, a cada esquina virada, um novo tom.
Os passos das pessoas que pisam em baldes coloridos e de preto e branco, marcam no chão os pensamentos e a arte movimentada no meio do frio e da fome que se passa debaixo das pontes.
Tudo junto, numa coisa só. Ainda há tempo, ainda há idéias, ainda há. Não se sabe por quanto tempo, tampouco quanto vai durar.
A diversidade das cores se mostra nas peles. No calor que sobe das pedras do seu chão e torna o ar avermelhado. Avenidas azuladas pelos vidros de prédios modernos cujo frio deixa a cidade cinza.
Mas andando mais um pouco, há um buraco. Um pedaço. Uma explosão de amarelos, vermelhos e laranjas. E embora o colorido seja formado por vários pedaços monocromáticos, há um lugar onde a arte domina, a música encanta e as cores se juntam. A cada sopro do vento, a cada esquina virada, um novo tom.
Os passos das pessoas que pisam em baldes coloridos e de preto e branco, marcam no chão os pensamentos e a arte movimentada no meio do frio e da fome que se passa debaixo das pontes.
Tudo junto, numa coisa só. Ainda há tempo, ainda há idéias, ainda há. Não se sabe por quanto tempo, tampouco quanto vai durar.
